GEAAB

Grupo de Estudos e Apoio à Adoção de Blumenau



QUEM SOMOS

HISTORICO DO GEAABgeaab2.jpg

O Grupo de Estudos e Apoio à Adoção de Blumenau – GEAAB “Filhos da Esperança” - iniciou suas atividades no ano de 1999 e tem sua história permeada por desafios e conquistas.

É uma organização não governamental (ONG) que luta pela efetivação dos direitos da criança e do adolescente e, em especial, pelo direito à convivência familiar. Neste propósito, desenvolve ações que visam a incentivar e promover a permanência da criança e do adolescente no seio de uma família. Prioritariamente deseja-se que a criança e o adolescente sejam criados e educados em sua família de origem. É nessa linha que se faz necessário o apoio psicossocial e econômico do poder público e da sociedade. Muitas crianças e adolescentes, por motivos diversos, não podem efetivamente ficar com quem os geraram e a adoção surge como possibilidade de garantir a convivência familiar.

Desde sua criação, o GEAAB vem desenvolvendo projetos voltados à aplicação da Lei do Estatuto da Criança e do Adolescente.
Na Lei n.º 8.069 (ECA), em seu capítulo III, sobre o Direito à convivência familiar e comunitária, no artigo 19, estabelece que:

“Toda criança ou adolescente tem direito de ser criado e educado no seio de sua família e, excepcionalmente, em família substituta, assegurada a convivência familiar e comunitária...”.

Percebendo a importância do debate em relação ao tema adoção e do aperfeiçoamento dos sujeitos envolvidos nesse processo, iniciou-se em 5 de outubro de 1999, o Grupo de Estudos e Apoio à Adoção de Blumenau “Filhos da Esperança”, denominado GEAAB, que foi legalizado, como ONG, em 03 de dezembro de 2002.A criação da ONG deve-se à iniciativa de um grupo de pais adotivos junto com o Serviço Social Forense da Comarca.

Ao longo desses anos de história, desenvolve um trabalho social, de caráter voluntário, em parceria com o Juizado da Infância e da Juventude e Ministério Público, e promove atividades e ações na comunidade, com o objetivo precípuo de garantir que crianças e adolescentes tenham o direito de viver e de se desenvolver em família e, não sendo possível na natural, em família substituta.